terça-feira, 12 de junho de 2012

Indústria brasileira - Vanderlei Siraque



Petista quer agilidade na análise de licenças ambientais

Vanderlei  Siraque preside Frente em defesa da competitividade
 
A Frente Parlamentar Mista em Defesa da Competitividade do Setor Químico, Petroquímico e Plástico que foi instalada na Câmara dos Deputados, tem como objetivo estimular a competitividade e fortalecer a indústria nacional. Segundo o presidente, deputado Vanderlei Siraque (PT/SP), este é um momento que o Brasil tem que pensar diferente. "Nós queremos uma indústria que seja transformadora e o Brasil exporte mais produtos com valores agregados que matéria prima".

Para Vanderlei Siraque para que as mudanças aconteçam é necessário um planejamento fundamentado na realidade. "Temos que pensar nos próximos 30 anos. O último planejamento para os setores petroquímico, químico e plástico foi pensado no final dos anos 1960 até final dos anos 1970 quando foram criados os polos petroquímicos de Santo André, que o PQU, de Camaçari na Bahia e no Rio Grande do Sul a COPESUL. Então era a COPENE, COPESUL E PQU" explicou.

A Frente parlamentar, segundo Siraque, trabalha com grupos temáticos onde as questões tributárias, de infraestrutura e educação estão sendo estudadas com base nas necessidades de cada setor. Como exemplo, ele citou o licenciamento ambiental. 

"A questão colocada foi o Licenciamento Ambiental, ninguém deseja descumprir as lei ambientais, não é isso, as leis ambientais devem ser cumpridas, o problema é que não é demorando mais para dar o licenciamento ou para negar o licenciamento, que vai resolver o problema ambiental, tem que ser rápido, atendeu a legislação tem que dar o licenciamento rápido, se não atendeu tem que negar rapidamente também. É nesse sentido,  às vezes demora anos para dar um licenciamento que acaba prejudicando porque o mundo da competitividade, o mundo globalizado é muito dinâmico e não dá para ficar esperando", afirma Siraque.

Outra questão importante é na área de ciência e tecnologia. É necessário investir em inovação tecnológica, os outros países estão mais na frente que aqui por causa da pesquisa, eles tem mais desenvolvimento em pesquisa. E a outra questão é a formação de mão-de-obra, tem que mudar os currículos escolares para nova realidade do Brasil. Educação tem que formar para o mundo do trabalho e para a cidadania. "Não tem cidadania se as pessoas não têm renda própria", enfatizou.

(Ana Cláudia Luz Feltrim - Rádio PT e Hosa Freitas - Portal do PT)

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