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terça-feira, 11 de setembro de 2012

Haddad quer 100 mil crianças em escolas de tempo integral em dois anos

Candidato pretende usar recursos do governo federal para atingir a meta

O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, disse na última segunda-feira (10) que, caso seja eleito, pretende colocar 100 mil crianças em regime escolar de tempo integral nos seus dois primeiros anos de mandato.

A educação em tempo integral é um dos carros chefes da campanha de Haddad, ao lado do “Bilhete Único Mensal” e da rede de saúde “Hora Certa”. Segundo o candidato, o dinheiro para isso está disponível no Ministério da Educação.

— Já temos recursos federais para isso. Quando fui ministro, investi na educação em tempo integral e hoje temos 32 mil escolas do País com esse atendimento, pelo programa “Mais Educação”.

Pela proposta, as crianças teriam aulas no período da manhã e atividade realizariam atividades esportivas ou culturais nos equipamentos da prefeitura.

— Queremos começar com 100 mil novas crianças nessa modalidade de ensino: meio período na escola e meio período sob a supervisão da escola ocupando os espaços públicos disponíveis, mas ainda com um monitor ou professor garantindo seu aprendizado e sua segurança.

Haddad disse que a ideia é começar pelas escolas da cidade que ficaram abaixo da média no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). O município atingiu o índice de 4,3, quando a meta era 5. O resultado foi divulgado no último mês de agosto.

O candidato esteve ao lado da senadora Marta Suplicy (PT-SP) no “Dia Lilás”, atividade organizada pela militância feminista do PT que tem como objetivo apresentar a pauta de reivindicações das mulheres aos candidatos.

 Ele disse que a educação em tempo integral é também um benefício para as mulheres que têm filhos:

— [O “Dia Lilás”] Foi simbólico porque é um gesto em direção às mulheres, mostrar o papel que ele terá na nossa gestão, não apenas na condução das políticas, mas como beneficiárias das políticas públicas que queremos implementar. É injusto que uma mãe fique despreocupada de manhã e preocupada à tarde, quando seu filho sai da escola e ninguém sabe para onde vai.
 
Fonte: Portal R7

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Entrevista: Gandini aposta na austeridade municipal



Foto: Weber Sian/A Cidade 

Aos 55 anos, João Gandini faz a ponte entre o poder judiciário e o poder executivo, ao entrar na disputa pelo cargo de prefeito de Ribeirão Preto, depois de uma carreira de 28 anos como juiz da Vara Federal.
 
Hélio Pellissari - Um grande problema da educação em Ribeirão Preto continua sendo a falta de vagas em creches. O que o senhor pretende fazer?
 
João Gandini - Na verdade o grande problema da educação ainda não é a creche. A creche é somente um dos pontos. O grande problema é a qualidade da educação. Você tem vagas nas escolas. O estado de São Paulo tem um padrão quase alemão, tem vaga para todo mundo, pelo menos no ensino fundamental, mas a qualidade piorou muito ao longo dos anos. Agora parece que vem reagindo, o governo federal fez um plano, os estados vêm se adaptando, os municípios também, mais ainda estamos muito longe de uma educação de qualidade, que todo mundo sabe.
 
Hélio - A rede municipal também está nesta situação?
 
Gandini - Também. A rede municipal está melhor do que o Estado. A educação no Estado de São Paulo está um horror. A do município é um pouco melhor, mas também é ruim, em termos de qualidade. Em termos de quantidade nós temos o problema das creches. Os dados que eu tenho falam em 15 mil vagas em déficit, eu conheço muito bem a periferia e na periferia tem muitas mulheres que trabalham fora e têm que deixar o emprego por que não têm onde deixar as crianças. Cabe ao poder público a responsabilidade e condições de dar educação para uma criança de um ano, dois anos. E esta atividade é da Prefeitura. Neste primeiro momento a ideia é cobrir as vagas de todas estas crianças que estão fora. A ideia é cobrir todas as crianças até entrar na escola.
 
Hélio - Dá para zerar este déficit em quatro anos?
 
Gandini - Acho que sim. Serrana, por exemplo que é uma cidade pequena com 35, 40 mil habitantes fez mil vagas em quatro anos. Ribeirão que é uma cidade muito maior fez pouco mais do que isto, a gente não tem dados oficiais da prefeitura ainda, pode ser que tenha feito um pouco mais do que isto, em uma cidade com 600 mil habitantes. É possível fazer mais. É claro que creche é muito caro, cuidar de uma criança de um ano ou dois é muito mais caro do que dar aula para uma criança de 7, 8 anos, então o investimento tem que ser maior. Mas você tem que priorizar. Infelizmente algumas cidades não acessaram estes recursos porque não fizeram os projetos a tempo. Eu pretendo, já na transição, fazer todos os projetos para que no momento adequado você protocole. Enquanto isto você faz as parcerias, para, se não zerar imediatamente o número de vagas, o que eu acho praticamente impossível, pelo menos minimizar o problema.
 
Hélio - O que fazer para melhorar a questão da qualidade da educação na cidade?
 
Gandini - O problema da qualidade na educação está ligado, primeiro ao currículo, que é meio maluco, a cada hora você vê um currículo sendo colocado, a cada hora você vê, colocam mais uma matéria e o currículo básico fica de lado. Segundo, os professores estão há muito tempo sem treinamento, sem profissionalização, por mais que você seja um bom profissional, seja um médico, um advogado, um professor, você tem que estar sempre se preparando, sendo treinado. Outro fator fundamental é aproximar a escola da família. A ideia é investir profundamente no treinamento dos professores e na aproximação com as escolas. Até porque você vai nas escolas de Ribeirão Preto e elas fecham no final de semana, é uma ou outra que fica aberta. Isto acontece por falta de estrutura, falta de gente, ora, é possível fazer convênio com a associação de pais, com associação de moradores para utilizar a escola. Outra coisa que eu estou pensando e é possível começar, é tentar aumentar o tempo de permanência da criança na escola. Eu acho que não tem sentido a criança ficar só quatro horas na escola, tempo bruto, líquido três horas. Você não vai fazer revolução qualitativa nunca desse jeito. Você tem que ir aumentando em uma hora, duas horas, até chegar ao ensino integral. Eu não concebo outro ensino que não seja integral.
 
Hélio - Em Ribeirão Preto foi discutido e aprovado um plano Municipal de Educação e nunca foi implementado. O senhor conhece este plano, pretende implantá-lo?
 
Gandini - Eu reli o plano esta semana. Ele tem muita coisa boa da qualificação de professores, da questão da inclusão, ele foi discutido durante mais de dois anos. Eu acho que a sociedade precisa ser mais ouvida. Tudo o que o plano propõe é viável. Dá para fazer. Claro que não dá para fazer tudo de uma vez.
 
Hélio - Como resolver a questão da saúde?
 
Gandini - Nós temos 703 médicos no município, 3.911 funcionários e temos mais de R$ 360 milhões este ano, e o dinheiro não deu, e os funcionários não foram suficientes, e os médicos não foram suficientes, e o dinheiro não foi suficiente. Eu estou convencidíssimo que o problema é de gestão e não de falta de recursos materiais e humanos. Falta gestão. Em torno de 30% das pessoas que marcam consulta, não comparecem. O médico marca 12 consultas, aparecem 9, três se perderam. Será que não há possibilidade de no dia anterior confirmar com a pessoa se ela vai? Hoje o normal é se gastar com o setor terciário, com os hospitais, é gastar 15% do orçamento, hoje nós estamos gastando 40%. É muito. E por que se gasta tanto? Porque a atenção básica não funciona. Ele vai para a UPA ele vai para a UBDS, ora, tem que ter um filtro. Primeiro ele vai na unidade da Família, na UBS, ali tem ginecologista, tem pediatra e tem clínico geral. Ele normalmente vai atender as coisas corriqueiras. Os casos mais graves devem ir para a UBDS. Ai é a exceção, não a regra. Mas como a UBS é está muito mal posta, o paciente não vai para ela, ele vai direto para a UBDS, aí a UBDS fica lotada. É uma questão de gestão. Tem que inverter esta lógica. Se você atender bem as pessoas no primeiro momento que ela precisa, você vai atender ela no segundo momento como exceção e não como regra e aí o custo é menor. Se o custo é menor sobram mais recursos para investir. Você ataca a causa e não o efeito.
 
Hélio - A prefeitura municipalizou o Hospital Santa Lydia, para desafogar a rede. Isto está funcionando?
 
Gandini - Não. A questão não é o hospital ser municipal ou deixar de ser. O que acontece que você tem uma opção de marketing e uma opção de conteúdo. Esta administração fez opção pelo marketing. Você tinha opção por três UPAs em Ribeirão Preto sequenciais. Uma na zona leste, uma região da Vila Virgínia e outra na região do Quintino. Por que fez na 13 de Maio, se do outro lado da rodovia tem 100 mil pessoas? Porque a pessoa tem que sair de lá, com um trânsito horroroso para vir para o Castelo. A UPA na 13 de Maio é visível. Agora se fosse lá na Vila Abranches, no Ribeirão Verde, não seria. A administração é uma administração de marketing, o ovo todo pintadinho que por dentro está choco.
 
Hélio - O que pode ser feito para acabar com os 40 núcleos de favela?
 
Gandini - Dá para diminuir. Quando eu comecei havia 34 núcleos. Foram feitos projetos para onze, que foram efetivados e estão na fase final. Eu quero fazer até um parêntese aqui, se você pegar todos os projetos de desfavelamento, todos são anteriores a este governo. Só tem dois projetos deste governo. Os projetos foram desenvolvidos em 2005, 2006, 2007 e 2008. As primeiras 29 casas do projeto do aeroporto, foram inauguradas em dezembro de 2008, pelo prefeito Gasparini. Ou seja o projeto é anterior, o financiamento é anterior e a execução é posterior. Um foi o projeto das Mangueiras, o processo mais antigo em andamento. R$ 16 milhões foram liberados para metade da favela, não sai esta licitação, não começa a obra, e já foram 4 anos e acabou o governo. Quando começou o governo a parceria do Moradia Legal foi para a favela das Mangueiras, foi feito o projeto e nada. A outra foi a favela de Bonfim, que foi feito neste governo, pelo Moradia Legal, com técnicos da prefeitura, sem um centavo da prefeitura. Todo o dinheiro é privado, não tem dinheiro público. Se as pessoas estão vindo para a cidade, precisamos criar uma política de imigração. Tem que ter um estudo. A partir deste estudo você cria uma política de acolhimento. Que eles venham, são bem-vindos. Mas isto precisa ser feito de maneira planejada, de maneira pensada, onde estas pessoas vão morar? Não têm onde morar! Então precisamos aumentar o projeto de lotes urbanizados, de mutirões, aumentar a oferta de casas pelo "Minha Casa, Minha Vida", pelo CDHU e até casas feitas em áreas da Prefeitura.
 
Hélio - O senhor acha que Ribeirão Preto já comporta uma secretaria da Habitação?
 
Gandini - Esta é uma das minhas propostas. O que eu vou fazer é diferente, não existe no Brasil e Ribeirão Preto vai ser a primeira cidade a ter: é a secretaria da Cidade, que abrange várias áreas como habitação, planejamento e outras áreas.
 
Hélio - A nova licitação para o transporte público vai resolver o problema?
 
Gandini - Temos que pegar o histórico desta licitação. Ela surgiu de um processo, em que eu era o juiz. Eu fiz um acordo com o promotor, Transerp, Prefeitura e as empresas para fazer a licitação. Neste acordo nós chegamos à conclusão que precisava de uma indenização à prefeitura pelo uso. Chegou-se a um termo de R$ 12 milhões. Que foi pago não com dinheiro, mas com investimentos no serviço. Exigimos que fosse feito um estudo de origem e destino e um estudo de mobilidade urbana. Você ouviu falar do estudo, foi amplamente discutido. Teve um esforço de anos que pode resultar na melhora ou não do sistema. Porque não houve participação da população. O transporte coletivo não pode concorrer com outro, os modais não podem competir entre si.
 
Fonte: Jornal A Cidade

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Gestão Kassab: escolas paulistanas têm mesmo Ideb de cidades bem mais pobres


Dados divulgados esta semana indicam deficiências da política de educação na cidade mais rica do país. Prefeitura se diz satisfeita com nota abaixo da meta instituída pelo governo federal

As escolas municipais de São Paulo estão abaixo da média nacional do Índice de Desenvolvimento da Educação (Ideb) 2011, divulgada na última terça-feira (14) pelo Ministério da Educação (MEC). As escolas brasileiras obtiveram nota 5 no índice que articula o desempenho dos estudantes em provas de matemática e língua portuguesa com taxas de aprovação.

Conforme dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação, a média dos anos iniciais (1º ao 4º ano) dos estabelecimentos mantidos pela gestão Gilberto Kassab (PSD) é 4,8 – mesma nota obtida por municípios bem mais pobres, como Jequitinhonha (MG), Bocaina, Floriano e São João do Piauí (PI), Registro, Francisco Morato e Barra do Turvo (SP), com arrecadação bem menor que a da cidade mais rica do país.

Nos anos finais (5º ao 9º), o resultado é pior: 4,3, inferior às de Água Branca (PI), com 4,4; Cacoal (RO), com 4,7; Aliança do Tocantins (TO), 4,9; e Formoso do Araguaia (TO), com 4,5. Ainda segundo o Ideb, a rede municipal está abaixo da média em 5% nos anos finais e 2% nos anos iniciais.
Para Madalena Guasco Peixoto, professora titular da Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, os resultados – que não surpreendem – refletem muito mais que problemas curriculares. “Faltam hoje investimentos na carreira docente, como programas de educação continuada, convênios com universidades e salários mais atrativos, como já aconteceu em outras gestões municipais”, diz.

“Faltam também investimentos em infraestrutura e na construção de novas escolas. Com o aumento da demanda por vagas, as classes são numerosas, o que também dificulta o aprendizado”.

A professora da PUC destaca ainda que além de não fazer investimentos próprios, por diversos motivos, como os políticos, a gestão paulistana acaba não fazendo uso de recursos que o MEC destina a municípios por meio de diversos programas. Entre eles estão a educação a distância para capacitação de professores e para educação em tempo integral.

Para o Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem), o subfinanciamento de uma rede grande e complexa como a paulistana – o município investe os 25% da arrecadação, conforme determina a lei – tem reflexos diretos no quadro de docentes. “Além de faltarem professores na rede, como de geografia, filosofia, biologia, em muitas escolas não há professores substitutos para cobrir ausências dos que eventualmente precisam faltar”, afirma Adelson Cavalcanti de Queiroz, vice-presidente da entidade.

Fonte: Rede Brasil Atual

Mario Reali lança plano de governo e foca Saúde e Educação



Foto: divulgação
O prefeito de Diadema e candidato à reeleição, Mário Reali (PT), prioriza, em seu plano de governo, as áreas de Saúde e Educação, além de incluir ações centrais como a construção de um novo prédio para o Hospital Municipal e a ampliação do atendimento em creches. O conteúdo do documento foi antecipado à imprensa durante coletiva na última quarta-feira (15/08) e foi apresentado à população durante evento na quinta-feira (16/08).

Reali não descartou a possibilidade de ceder o prédio do Paço para a criação do hospital, o que resultaria na transferência da administração para outro terreno e voltou a criticar a ausência do governo estadual nos investimentos da Saúde. “Nossa demanda é muito maior que a oferta, o Estado precisa complementar. A saúde é uma prioridade. Não dá para continuar com a estrutura que temos hoje”, destacou. Atualmente, o município investe 30% do Orçamento na Saúde.

O prefeito também destacou a conexão entre as áreas de Educação e Saúde e a necessidade de se reforçar as bases de ensino para, a longo prazo, capacitar os alunos da cidade e trazer os cursos de Medicina e Engenharia para a Unifesp de Diadema. “Se não tivermos os filhos de Diadema estudando Medicina, vamos continuar perdendo médicos para outras cidades. A solução é formar mais profissionais”, ressaltou.

Ainda sobre as melhorias no ensino, o candidato petista pontuou a criação de duas unidades do CEU em Diadema para a próxima eventual gestão e a expansão do programa Mais Educação. “Estamos aumentando o número de vagas e investindo muito na qualificação dos professores. Isso não se faz de uma hora para outra. A criação dos dois Ceus e o programa Mais Educação são dois eixos fundamentais desse projeto”, analisou.

Reali destacou ainda como foco ações vinculadas aos programas federais Brasil Maior e Brasil sem Miséria para ampliar o desenvolvimento industrial e a distribuição de renda. Atualmente, Diadema conta com 2 mil empresas. “Vamos priorizar o enfrentamento da miséria, colocando não só os programas de distribuição de renda, mas também reforçando a questão da inclusão produtiva”, afirmou.

Caso Reali seja reeleito, o plano de governo deverá servir como base para a construção do PPA (Plano Plurianual).

Mobilidade Urbana e Lei Seca devem passar por revisão
O plano de governo petista para Diadema também prevê grandes intervenções na área do transporte. De acordo com o texto, caso seja reeleito, Mário Reali vai brigar pela extensão da linha 1- Azul do Jabaquara até Diadema, ou pela vinda do VLT até a cidade. A construção do Viaduto da Santa, para interligar as zonas Leste e Oeste pela Avenida Dona Ruyce Ferraz Alvim, também é elencada como prioridade.

Para a edificação do viaduto, a administração encaminhou o primeiro projeto para avaliação do governo federal. A meta é garantir R$ 120 milhões da União para esta e outras intervenções no entorno. Quanto ao Metrô, o projeto depende ainda da busca por parcerias com as outras esferas do governo.

Lei Seca
A Lei Seca também deve passar por flexibilizações. Está prevista a criação de uma lei específica para concessão de alvarás de funcionamento a bares. “Hoje estamos sentindo que há abertura e espaço para termos bares de música ao vivo, sem perturbar a ordem. Estamos entrando em uma segunda fase da Lei Seca. Queremos viabilizar a concessão mais ágil do alvará, mas que não perca o rigor”, projetou Reali.


Fonte: ABCD Maior

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Grana: índices mostram Educação e Saúde em baixa


Baseado em números dos Ministérios da Saúde e Educação, o candidato a prefeito de Santo André Carlos Grana (PT) disse que as duas áreas estão em baixa na cidade. Ambas as pastas são tratadas pelo prefeito Aidan Ravin (PTB), postulante à reeleição, como bandeiras da atual administração.

O prefeiturável citou o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), que foi divulgado na terça-feira, e aponta o município como líder no ranking das piores instituições de ensino no Grande ABC do 1° ao 5° e do 6° ao 9° ano. A cidade foi a única da região a não atingir a meta estipulada para 2011 no Ensino Fundamental.

Grana também mencionou o Idsus (Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde). Nesse levantamento, dos 94 municípios de todo o País que se enquadram na classe com índice de desenvolvimento socieconômico alto e de condições de Saúde médio, Santo André se encontra na 87° posição, com nota 4,68, sendo que a avaliação é feita de 0 a 10. A média brasileira foi de 5,47. Esses números foram divulgados em março.

“São dois indicadores preocupantes. Mostram que a cidade tem, infelizmente, andado para trás nessas duas áreas, que são prioritárias e não temos bom desempenho”, comentou o postulante ao Paço andreense.

O petista ironizou o fato de o prefeito considerar as duas secretarias como pontos fortes da atual gestão. “Infelizmente, isso não condiz com a realidade. Gostaria que ele estivesse certo nisso. Nessas duas pastas, a cidade parou”, alfinetou o candidato do PT.

Grana confirmou o lançamento do plano de governo para o dia 31, com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior (PT).

Fonte: com informações do Diário do Grande ABC

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Programa de governo de Donisete Braga será transparente, realista e inovador

O candidato a prefeito de Mauá pelo PT, Donisete Braga, disse que seu programa de governo para a cidade será transparente, realista e inovador. "Temos responsabilidade, não podemos vender ilusão ao povo de Mauá", disse ele. Com a realização da última plenária temática, na terça-feira (7) o candidato reúne agora as informações e experiências trocadas nos debates para a elaboração do documento que deve ser lançado no final desse mês.

Seis temas foram discutidos, desenvolvimento econômico, mobilidade urbana, educação, saúde, assistência social e tecnologia. “Com a conversa com os especialistas de cada setor e tendo por base as realizações da prefeitura durante as gestões do Oswaldo Dias, ganhamos condições de visualizar  melhor as necessidades da cidade, ouvir sugestões e analisar o que podemos manter, ampliar e onde devemos inovar,” afirmou Donisete Braga.Segundo ele, o programa será ousado na questão do desenvolvimento econômico e social."Vamos crescer no ritmo do Brasil com a ajuda da presidenta Dilma", garantiu.

O candidato ressalta a importância de comparar as realizações: “É importante estimularmos a comparação com o que foi feito nas administrações do PT e nas outras. Investimos mais em saúde, no social e em educação. O nosso documento será o nosso compromisso assumido de que vamos continuar e fazer ainda mais nesse trabalho sério e voltado para o resgate da autoestima de quem mora aqui.”

A partir de agora os trabalhos para a construção do Programa de Governo entra em nova fase. “Agora serão reuniões internas para analisarmos cada ideia, cada sugestão para apresentarmos um material consistente e que vai convencer o povo de Mauá de que temos a melhor proposta para a cidade”, conclui Donisete Braga.
 

Fonte: assessoria de imprensa

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Pronatec vai oferecer 8 milhões de vagas em cursos técnicos e profissionalizantes até 2014, afirma Dilma

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (7), na coluna Conversa com a Presidenta, que o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) vai oferecer oito milhões de vagas gratuitas em cursos técnicos e profissionalizantes até 2014. Ao responder pergunta de Francisco Chagas, 47 anos, comerciante da Estrutural (DF), Dilma também disse que o Pronatec Copa oferecerá 240 mil vagas para capacitar trabalhadores para o Mundial de 2014.

“O Pronatec foi criado para ampliar a oferta de cursos técnicos e profissionalizantes. São 8 milhões de vagas até 2014, gratuitas, em cursos de mais de 400 áreas do conhecimento. Esses cursos são oferecidos principalmente nas 403 unidades das escolas técnicas federais, nas escolas do Sistema S e nas escolas técnicas estaduais. Criamos também o Pronatec Copa, pensando no crescimento do turismo, com 240 mil vagas gratuitas em 29 opções de cursos até 2014, além de 32 mil vagas para o aprendizado de inglês, espanhol e libras”, disse.

Na coluna, a presidenta Dilma explicou aos interessados nas vagas oferecidas pelo Pronatec quais órgãos devem ser procurados para obter informações sobre os cursos.

“Os interessados nos cursos técnicos do Pronatec devem procurar a secretaria de educação do seu estado. Para curso de qualificação profissional, o trabalhador deve procurar o posto do Sine, o Sistema Nacional de Emprego, ou usar o site http://maisemprego.mte.gov.br/portal. Mais informações sobre o Pronatec Copa estão em http://www.pronateccopa.turismo.gov.br. Em Brasília, Francisco, o Instituto Federal de Brasília – IFB (http://www.ifb.edu.br) oferece cursos técnicos e de qualificação profissional do Pronatec em 10 campus”, afirmou.

Janice de Oliveira, 40 anos, contadora de Dourados (MS), perguntou à presidenta como fiscalizar a aplicação de recursos federais em sua cidade.

“Você pode utilizar o Portal da Transparência (www.transparencia.gov.br) para acompanhar as transferências de recursos da União para estados, municípios, instituições privadas e para os cidadãos que recebem benefícios, como o Bolsa Família e o Seguro-Defeso. Pode ainda acompanhar os gastos diretos do Governo Federal com obras, compras governamentais, cartão de pagamento e diárias pagas a servidores, entre outros”, explicou Dilma.

A presidenta respondeu ainda pergunta de Joeleno Albuquerque de Almeida, 69 anos, professor aposentado de Aracaju (SE), sobre as mudanças na caderneta de poupança.

“A caderneta de poupança continua com as vantagens que sempre caracterizaram essa aplicação, como a segurança, a simplicidade dos depósitos, a rentabilidade mensal e a isenção do Imposto de Renda. Fizemos uma mudança para que as taxas de juros continuem caindo para todas as empresas e pessoas que precisam tomar algum empréstimo em banco, mas que, ao mesmo tempo, continua protegendo pessoas como você, que usam a poupança para fazer um pé-de-meia. As aplicações feitas até o dia 3 de maio continuaram com as mesmas regras de antes, com rendimento de 6,17% ao ano acrescido da Taxa de Referência, a TR. Para os depósitos feitos do dia 4 de maio em diante, a remuneração continuará igual à regra antiga nos períodos em que a taxa básica de juros, a Selic, que é definida pelo Banco Central, estiver acima de 8,5% ao ano. Nos momentos em que a Selic estiver em 8,5% ao ano, ou abaixo disso, o rendimento da poupança será o equivalente a 70% da Selic mais a TR”, disse.

Fonte: Blog do Planalto

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Haddad propõe parceria com universidades para formação de professores da rede municipal de São Paulo


Petista apresentou propostas a educadores e também defendeu o ensino em tempo integral no município.

O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, defendeu parcerias entre a prefeitura e universidades para formação de professores da rede municipal. O ex-ministro, que participou na última terça-feira (31) de um encontro com representantes do Sindicato dos Especialistas em Educação do Ensino Público Municipal de São Paulo (Sinesp), apresentou suas realizações à frente do Ministério da Educação e fez propostas para a educação na capital.

“O estado tem que garantir o direito a formação não só do estudante, como também do professor, para que este tenha acesso a formação continuada. Isso vai ser possível se o centro de formação continuada estiver próximo da universidade”, disse.

Para o petista, a criação de 31 centros de formação de professores deve respeitar “a geografia da cidade” e os interesses do professor em complementar sua formação, com oferta de diferentes cursos para educação continuada.

Durante o encontro, Haddad voltou a defender o ensino em tempo integral em São Paulo, com a utilização de equipamentos públicos como bibliotecas e museus como forma de complementar o turno escolar. “A escola é vista muitas vezes como a grande solução para todos os dramas sociais, mas a Prefeitura pode utilizar sua rede de equipamentos públicos e transformar São Paulo em uma cidade educadora.”

Haddad também destacou que a cidade demanda parcerias com os governos federal e estadual, que não foram firmadas pela gestão Serra/Kassab, como ocorreram em cidades do interior e da região metropolitana. “No que tange ao MEC, fizemos parcerias com todos os prefeitos que quiseram apostar em trabalho conjunto para melhorar a educação no município”, disse. “Vamos retomar uma política de parceria, trabalhar junto com o governo do Estado e trazer recursos federais de uma vez por todas para a cidade de SP”, acrescentou.

Nesta quinta-feira, a partir de 22h40, Fernando Haddad participa do primeiro debate entre os candidatos a prefeito de São Paulo, transmitido pela TV Bandeirantes.

Fonte: Diretório Municipal do PT em São Paulo

terça-feira, 10 de julho de 2012

2012 - Educação - Barueri/SP - R$ 151.632,95

No ano de 2012 o município de Barueri/SP recebeu R$ 151.632,95 do governo federal para ações em Educação  (Apoio ao Desenvolvimento da Educação Básica).

http://www.portaltransparencia.gov.br/PortalTransparenciaListaAcoes.asp?Exercicio=2012&SelecaoUF=1&SiglaUF=SP&NomeUF=S%C3O%20PAULO&CodMun=6213&NomeMun=BARUERI&ValorMun=45.453.303,97

2012 - Educação - Barueri/SP - R$ 2.194.800,00


No ano de 2012 o município de Barueri/SP recebeu R$ 2.194.800,00 do governo federal para ações em Educação (Apoio à Alimentação Escolar na Educação Básica).

http://www.portaltransparencia.gov.br/PortalTransparenciaListaAcoes.asp?Exercicio=2012&SelecaoUF=1&SiglaUF=SP&NomeUF=S%C3O%20PAULO&CodMun=6213&NomeMun=BARUERI&ValorMun=45.453.303,97

2012 - Educação - Araraquara/SP - R$ 73.151,00


No ano de 2012 o município de Araraquara/SP recebeu R$ 73.151,00 do governo federal para ações em Educação (Dinheiro Direto na Escola para a Educação Básica).

http://www.portaltransparencia.gov.br/PortalTransparenciaListaAcoes.asp?Exercicio=2012&SelecaoUF=1&SiglaUF=SP&NomeUF=S%C3O%20PAULO&CodMun=6163&NomeMun=ARARAQUARA&ValorMun=27.389.695,96

2012 - Educação - Araraquara/SP - R$ 8.000,00

No ano de 2012 o município de Araraquara/SP recebeu R$ 8.000,00 do governo federal para ações em Educação (Concessão de Bolsas de Estudos no País).

http://www.portaltransparencia.gov.br/PortalTransparenciaListaAcoes.asp?Exercicio=2012&SelecaoUF=1&SiglaUF=SP&NomeUF=S%C3O%20PAULO&CodMun=6163&NomeMun=ARARAQUARA&ValorMun=27.389.695,96

2012 - Educação - Araraquara/SP - R$ 38.552,34


No ano de 2012 o município de Araraquara/SP recebeu R$ 38.552,34 do governo federal para ações em Educação (Apoio ao Transporte Escolar na Educação Básica).

http://www.portaltransparencia.gov.br/PortalTransparenciaListaAcoes.asp?Exercicio=2012&SelecaoUF=1&SiglaUF=SP&NomeUF=S%C3O%20PAULO&CodMun=6163&NomeMun=ARARAQUARA&ValorMun=27.389.695,96

2012 - Educação - Araraquara/SP - R$ 1.030.560,00

No ano de 2012 o município de Araraquara/SP recebeu R$ 1.030,560,00 do governo federal para ações em Educação (Apoio à Alimentação Escolar na Educação Básica).

http://www.portaltransparencia.gov.br/PortalTransparenciaListaAcoes.asp?Exercicio=2012&SelecaoUF=1&SiglaUF=SP&NomeUF=S%C3O%20PAULO&CodMun=6163&NomeMun=ARARAQUARA&ValorMun=27.389.695,96