Mostrando postagens com marcador São Paulo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador São Paulo. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 2 de abril de 2013

Cadastro para o Bilhete Único Mensal começa em 15 de abril em São Paulo


O cadastramento dos usuários do bilhete único mensal começará a ser feito pela internet no dia 15 de abril próximo, segundo informou a Prefeitura de São Paulo nesta terça-feira (2). O bilhete, uma das promessas de campanha do prefeito Fernando Haddad (PT), deve entrar em vigor em novembro deste ano.
O anúncio foi oficializado em uma entrevista coletiva dada pelo secretário municipal dos Transportes, Jilmar Tatto, acompanhado do prefeito.

ENTENDA O NOVO SISTEMA

1º passoO usuário se cadastra na internet para receber o bilhete único mensal
2º passoCadastrado, ele vai pagar um valor fixo, que ainda não foi definido,  por mês. Em troca, pode usar o bilhete para viagens ilimitadas durante 30 dias.
3º passoO bilhete único mensal funcionará como o atual cartão, mas para impedir fraudes a prefeitura quer que as catracas dos ônibus tenham leitores biométricos (de impressão digital)
Segundo a administração municipal, o bilhete único mensal permitirá ao usuário dos ônibus municipais fazer quantas viagens quiser pagando um valor fixo por mês.
O custo mensal do bilhete ainda não foi definido pela prefeitura, mas, durante a campanha, Haddad o estimou em R$ 140 mensais. Considerando o valor atual da tarifa (R$ 3), daria para fazer, atualmente, 46 viagens de ônibus (com direito a transferência gratuita para até três ônibus em três horas).
Antes de entrar em vigor, o bilhete mensal passará por uma fase piloto, na qual o serviço estará disponível para portadores de deficiência, idosos e estudantes.
Os cerca de 7 milhões de usuários dos ônibus da cidade terão de fazer pessoalmente o cadastro no novo sistema. A cidade tem, atualmente, cerca de 22 milhões de bilhetes únicos ativos --que também são usados no metrô e nos trens.
Segundo Tatto, antes do cadastro físico será preciso preencher uma ficha pela internet, onde o passageiro terá também de informar o número do CPF. Depois, de forma escalonada, os passageiros serão chamados para o cadastro físico, onde será colhida uma impressão digital --que será usada em um sistema de identificação biométrica para usar os cartões. "É um cadastramento complicado", disse o secretário, que analisa a contratação de estagiários para fazer esse processo.
A implementação do bilhete único mensal depende também da conclusão do processo de renovação da concessão do serviço de ônibus da cidade. Dos atuais oito consórcios que operam o transporte público municipal --divididos por regiões--, os novos contratos preveem apenas três empresas operando na capital. Os contratos atuais vencem em julho.
A Prefeitura no Diário Oficial da Cidade de 21 de março o edital para certificar empresas a fornecer os validadores do bilhete único mensal com leitura biométrica. O processo se encerra no fim do mês que vem. Cada um dos cerca de 15 mil ônibus e lotações da capital tem um.
"Os validadores terão de ter também GPS. Hoje, o ônibus não sai com validador desligado, mas pode sair sem GPS. Temos de mudar a tecnologia em função também de novas tecnologias que queremos instalar, como recarga na catraca, compra pela internet e pagamento com cartão do banco ou celular", afirmou o secretário. O acompanhamento eletrônico servirá para evitar fraudes.
Sem falar no valor do novo bilhete --que também estará disponível na modalidade "bilhete semanal"--, Tatto reafirmou que a passagem de ônibus vai subir em junho, como já havia prometido o prefeito Fernando Haddad, e garantiu que o valor ficará dentro da inflação medida desde o último reajuste, em janeiro de 2011. Mas não revelou quanto custará a passagem. (Com Estadão Conteúdo)
via UOL

quarta-feira, 27 de março de 2013

Prefeitura de SP declara de interesse social terreno ocupado na zona leste


Prefeitura de SP declara de interesse social terreno ocupado na zona leste
A prefeitura de São Paulo publicou hoje (27), no Diário Oficial, o Decreto 53.797 que declara de interesse social o terreno ocupado no Jardim Iguatemi, na zona leste de São Paulo.  A área de 133 mil metros quadrados, onde vivem cerca de 700 famílias, começou a ser desocupada ontem pela Tropa de Choque da Polícia Militar, mas a intervenção do prefeito Fernando Haddad (PT) junto ao Tribunal de Justiça e ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) conseguiu reverter o processo.
Com decreto, a prefeitura abre caminho para desapropriação, que será feita pela Companhia Metropolitana de Habitação (Cohab), "judicialmente ou mediante acordo". O texto informa que a desapropriação ocorrerá para a “implantação de programa habitacional”. O cadastramento das famílias em programas habitacionais pode levar até 120 dias, segundo Haddad.
O anúncio de que o decreto seria publicado até hoje havia sido feito ontem à noite pelo prefeito, após uma reunião com o presidente do TJ, Ivan Sartori. Antes disso, Haddad havia afirmado, durante a manhã, no lançamento do seu Plano de Metas, que a prefeitura estava intercedendo para reverter a reintegração.
Na manhã de ontem as famílias que vivem no terreno enfrentaram um processo truculento de reintegração de posse, marcada por confronto com homens da Tropa de Choque da Polícia Militar, que usavam bombas de efeito moral para dispersar os moradores.

Histórico

Cerca de 300 moradores da área realizaram a primeira manifestação da gestão Haddad, no dia 4 de janeiro, em frente à prefeitura. O grupo foi recebido por representantes da Secretaria de Habitação que realizaram uma visita na área.
Eles afirmam que o dono da área, Heráclides Batalha, reuniu há cerca de um ano moradores de bairros próximos ao local e afirmou ser o dono do terreno, incentivando a ocupação em troca de  R$ 10 mil por lote. Depois, os moradores poderiam pedir a posse do terreno judicialmente, por usucapião. Aos moradores, Batalha disse que o negócio precisava ser feito dessa maneira porque não poderia vender legalmente a área de 173 mil metros quadrados. 
Luciano Santos, membro da comissão do bairro, contou que depois de as pessoas se estabelecerem no terreno Batalha passou a pedir R$ 35 mil por lote, valor incompatível com a renda da maioria dos moradores. Sem acordo, ele entrou na Justiça pedindo a reintegração. “Era uma terra parada desde 1932, muito marginalizada, onde aconteciam muitas mortes. A gente não quer invadir nada. Agora a gente só quer o que foi acordado”, afirmou o morador José Fernandes de Oliveira.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

GESTÃO HADDAD ESTUDA CRIAÇÃO DE "GABINETES DIGITAIS"

Inspirada no modelo criado pelo governo petista do Rio Grande do Sul há quase dois anos, a prefeitura de São Paulo estuda montar, ao longo de 2013, gabinetes digitais com o objetivo de facilitar o diálogo com a população na elaboração de políticas públicas. O gestor de Rede Sociais do Gabinete Digital do governo gaúcho, Everton Rodrigues, esteve em São Paulo no começo deste ano apresentando a ferramenta para membros da gestão municipal. De acordo com Rodrigues, as secretarias de Cultura, Direitos Humanos e Comunicação estão interessadas na ferramenta.

A Secretaria de Cultura deve iniciar hoje (5) o processo para criação da ferramenta, com o encontro público #ExistediálogoemSP. O gabinete digital é uma das metas da pasta para este ano. De acordo com a secretaria, o mecanismo deve ser lançado em maio e terá como objetivo receber demandas, transmitir audiências públicas e levantar propostas da população para a área cultural. A secretaria de Direitos Humanos também confirmou o interesse na ferramenta. A Secretaria de Comunicação pediu à RBA que enviasse um e-mail sobre a questão, pois a assessoria não tinha informações sobre o assunto.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Haddad quer construir 13 terminais até 2016

A Prefeitura de São Paulo quer construir, nos próximos quatro anos, 13 terminais de ônibus, informou ontem o secretário municipal dos Transportes, Jilmar Tatto, na primeira audiência pública para a licitação do serviço de transporte coletivo da cidade
Entre os projetos, estão edificações na Avenida Celso Garcia, na zona leste, que deve receber três terminais para atender o corredor exclusivo para coletivos que será construído ao longo de seu trajeto. Além disso, o bairro de Perus, na zona norte, também deverá ganhar um terminal, assim como um novo no Jardim Ângela, na zona sul. Atualmente, a cidade tem 29 terminais.

A gestão Haddad afirmou que pretende criar 150 km de corredores de ônibus na capital até 2017. Se essa intenção sair do papel, a extensão de vias exclusivas para o transporte público mais do que dobrará na capital paulista. Hoje, existem 130 km de corredores.
Para desenvolver tudo isso em um prazo relativamente curto e com recursos limitados em caixa, Tatto avalia recorrer a Parcerias Público-Privadas (PPPs). "A nossa PPP não mexe com os operadores de transportes nem com a bilhetagem. Estamos desenvolvendo um conceito no sentido de ter a obra com investimento privado e, aí, o parceiro operaria a manutenção do corredor e, eventualmente, dos terminais."

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

É amanhã (29/9) - Comício de Haddad com Lula, Marta e Suplicy no Terminal de ônibus Cidade Tiradentes



Fonte: dmptsp.org.br

É amanhã (29/9) - Comício do Haddad na Praça do Forró, com Lula, Marta e Suplicy



Fonte: www.dmptsp.org.br

Haddad vai para o segundo turno, diz Marta

Em visita ao Rio, a ministra da Cultura, Marta Suplicy, falou nesta quinta do impacto de seu engajamento na campanha de Fernando Haddad (PT) à Prefeitura de São Paulo: "O Haddad vai para o segundo turno, ele tem o apoio de três pessoas muito importantes em São Paulo, que são Lula, Dilma e Marta, e isso faz diferença. É muito difícil isso não causar algum impacto."
 
A ex-prefeita disse que a tendência natural é o crescimento do candidato do PT à medida em que sejam resgatados os votos petistas transferidos para Celso Russomanno (PRB). "A crescida do Russomanno se deve a uma enorme rejeição ao Serra e ao fato de as pessoas não conheceram o Haddad e o (candidato do PMDB Gabriel) Chalita, e pensarem: 'bom, esse aí eu conheço, na TV parece uma pessoa que está ajudando."

Pela primeira vez no Rio em duas semanas no cargo, Marta veio conhecer duas instituições do MinC, a Casa de Rui Barbosa e a Biblioteca Nacional. Na primeira, constatou a falta de pessoal: 25% dos servidores para se aposentar, índice que irá dobrar até 2015. Ou seja, é urgente abrir concurso.

Na segunda, instalada num prédio centenário, foi apresentada a problemas estruturais e anunciou investimentos em intervenções como restauro de telhado e de fachada e obras de conservação do sistema elétrico, hidráulico e de ar condicionado.

As verbas somam R$ 70 milhões, sendo que R$ 26 milhões, do BNDES, já estavam acertados. Boa parte das obras ainda vai demorar. Os funcionários da BN entregaram a Marta uma carta em que falam de riscos para a segurança do acervo e até de infestação de baratas.

"As obras emergenciais já começaram, o que impossibilita qualquer desastre maior. Agora, as outras vão demorar. Não é problema de recurso, mas de execução. Achei um pouco longo o prazo até 2015 (dado pela gestão anterior) e fiquei de ver se consigo encurtar. Não conheço a parte burocrática".

Ela ainda se encontrou com artistas para tratar de questões como a nova Lei dos Direitos Autorais - tema polêmico no período Ana de Hollanda, sua antecessora, que se posicionava contra a flexibilização dos direitos. Marta não quer fechar opinião ainda. "Não tenho prazo, não vai ser rápido. Vou encontrar todos os grupos, os artistas, o Ecad. Tenho que ouvir primeiro, ninguém tem resposta pronta. Isso é muito sério e muito novo", disse.

"O autor tem que viver de sua obra e estamos vivendo a contemporaneidade da internet. Temos que compatibilizar duas coisas essenciais. Tenho que escutar até ver se a gente tem uma brilhante ideia que tenha o máximo possível de consenso."
 
Fonte: Diário do Grande ABC

“Com a implantação da Rede Hora Certa, atendimento do SAMU vai melhorar”, comenta Haddad

Umas das reclamações dos profissionais do SAMU é a espera por leitos em hospitais. Muitas vezes, as ambulâncias ficam com o paciente aguardando uma vaga enquanto poderiam atender a outra ocorrência. Fernando Haddad disse que a Rede Hora Certa vai liberar o SAMU, pois cirurgias que não precisam de internação não serão mais feitas em hospitais. Além de cirugias, o Hora Certa terá consultas e exames.

“O atendimento do SAMU tem aprovação da população. Mas hoje, nessa visita, tive a confirmação que nossa Rede Hora Certa vai desafogar os hospitais e auxiliar o SAMU, pois teremos mais leitos disponíveis”, comentou o candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, após visita à central do SAMU no bairro do Bom Retiro (Região Central).

Haddad também falou da possibilidade de o SAMU ter um serviço aéreo, com helicópteros, que serviriam para atender pacientes com problemas graves, liberando ambulâncias. A proposta de serviço aéreo é uma demanda antiga dos profissionais do serviço de emergência. Hoje o SAMU utiliza, por meio de convênio, os helicópteros águia da Polícia Militar, que não são os mais adequados para o atendimento médico, de acordo com, relatos feitos ao candidato.

“Temos de ter helicópteros no SAMU. Poderíamos até compartilhar o serviço com os demais municípios da região metropolitana. O custo é de R$ 200 mil mensais, sendo que R$ 50 mil vêm do Governo Federal. O restante pode ser compartilhado entre as cidades, com cada uma pagando proporcionalmente conforme sua população. É de fácil implantação”, afirmou Haddad.

A estimativa de custos de R$ 200 mil se baseia em orçamento do SAMU e leva em conta o usodo helicóptero por 40 horas/mês e inclui as despesas de piloto, manutenção e combustível de uma aeronave adaptada à atividade.

Encontro com candidatos da Região Metropolitana
Antes da visita ao SAMU, Haddad recebeu candidatos do PT da Região Metropolitana de São Paulo no Diretório Municipal do PT. Na pauta, o Plano Diretor Metropolitano. “Nós entendemos que a metrópole precisa de um plano diretor e precisaremos adequar os planos municipais a este grande plano para as 39 cidades. Questões como saúde, transporte e malha viária são comuns aos municípios e precisam ser coordenadas”, comentou Haddad.

Caminhada no Rio Pequeno
No meio da tarde, Haddad caminhou com o candidato do PT à Prefeitura de Osasco, Jorge Lapas na divisa dos dois municípios. Participaram também o deputado federal Carlos Zarattini e o deputado estadual Ênio Tatto, além de militantes do PT e de partidos coligados das duas cidades. Haddad conversou com moradores, trabalhadores e comerciantes. Ao final, no Jardim D’Abril, do lado paulistano da divisa, discursou. Ele criticou a ausência de um plano de governo da campanha tucana.

 

Com Dilma e Lula, Haddad diz que lutará pelos pobres

Haddad destacou os 28 milhões de pessoas que deixaram a pobreza extrema e os 40 milhões que ascenderam à classe média a partir do governo Lula.
 
Na reta final da campanha eleitoral que definirá os dois candidatos que disputarão o segundo turno pela Prefeitura de São Paulo, o candidato do PT, Fernando Haddad, usou a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para mostrar que é capaz de fazer pela cidade o que Lula e Dilma fizeram no País. “O que fizemos pelos mais pobres no Brasil, podemos fazer pelos mais pobres em São Paulo”, disse Haddad, que foi ministro da Educação nos governos Lula e Dilma.

Haddad destacou os 28 milhões de pessoas que deixaram a pobreza extrema e os 40 milhões que ascenderam à classe média a partir do governo Lula. “O que uma pessoa precisa para viver com dignidade é o que a gente quer que todo morador de São Paulo tenha: casa, escola, saúde, transporte e trabalho”, disse Lula. “Porque nós temos compromisso com os mais pobres e sabemos o que é preciso fazer. Vamos trabalhar juntos para melhorar a vida de nossa gente”, emendou Dilma.

Ao lembrar a tentativa da atual gestão de Gilberto Kassab (PSD) de proibir a distribuição de sopa aos moradores de rua e apresentar voluntários do grupo “Anjos da Noite” criticando a atual administração, o petista disse que a Prefeitura “faz pouco ou quase nada” pelos mais pobres. A propaganda petista ainda enalteceu os feitos das administrações de Luiza Erundina (1989-1993) e de Marta Suplicy (2001-2004), e disse que ambas fizeram “muito” pela cidade com poucos recursos e que, nas administrações delas, discussões sobre a proibição do conhecido sopão não aconteceriam. “Seja qual for o motivo, os grandes prejudicados são os mais pobres e a classe média”, afirmou o candidato, atacando a falta de parceria entre a prefeitura e o governo federal.

O candidato do PMDB, Gabriel Chalita, apostou no discurso direto com o eleitor e disse que, a poucos dias da eleição, a escolha com base no caráter do candidato é fundamental. Chalita também criticou o “abandono” da cidade pelo atual prefeito. “O projeto de Kassab era de formar um partido e não de cuidar da cidade”, concluiu. O peemedebista também disparou contra o líder das pesquisas de intenção de voto, Celso Russomanno (PRB). “Não tenho nada contra o Russomanno, sou contra o que está por trás da candidatura dele”, disse. O candidato ressaltou o “risco” que a cidade corre em eleger Russomanno, candidato que pertence a um partido sem estrutura. “Será que a Prefeitura vai servir mais uma vez para a construção de um partido?”, observou.

Fonte: Diário do Grande ABC

Datafolha "corrige" números de Haddad em pesquisa esquisita

Além da correção da distorção sobre a tendência de Haddad, que agora aparece com mais 3 pontos percentuais, chegando a 18% – portanto, fora da margem de erro de 2 pontos –, o Datafolha afirma que Serra cresceu 1 ponto e Russomano caiu 5.
 
Pesquisa Datafolha sobre São Paulo divulgada na noite de ontem (27.9) corrigiu “queda” de Fernando Haddad na semana passada que só esse instituto detectou.

Além da correção da distorção sobre a tendência de Haddad, que agora aparece com mais 3 pontos percentuais, chegando a 18% – portanto, fora da margem de erro de 2 pontos –, o Datafolha afirma que Serra cresceu 1 ponto e Russomano caiu 5.

Indo mais fundo na análise da pesquisa, porém, o Blog detectou um fato que, somado a todo o resto, dá o que pensar.

A polêmica pesquisa anterior do Datafolha foi divulgada na noite de 19 de setembro, conforme consta de seu registro no site do TSE, tendo ido a campo entre os dias 18 e 19 últimos.

Ao registrar uma pesquisa no TSE, os institutos informam o período em que irão a campo e a data em que divulgarão os dados coletados.

Curiosamente, a pesquisa divulgada na noite de ontem (quinta, 27) aparece no registro do TSE com previsão de divulgação no dia 26 (anteontem), mas o período de apuração dos dados aparece como 26 e 27.

Pode ser apenas um erro, claro, mas as estranhezas não terminam aí.

Como se pode notar, a pesquisa que esse instituto divulgou ontem não foi a única que fez nesta semana. A que foi divulgada foi feita para a Globo. No entanto, o instituto fez outra pesquisa entre segunda (24) e quarta (26) entre os alunos da USP, com previsão de divulgação na mesma quarta (26), mas que não foi divulgada.

Como se não bastasse, o Datafolha incluiu perguntas sobre o mensalão no questionário dessa pesquisa.
 
Pelo visto, andou acontecendo muita coisa esquisita no Datafolha, ainda que, conforme os números que divulgou ontem, tenha sido obrigado a registrar a tendência real de Haddad, provavelmente devido a ter crescido acima da margem de erro.

Ainda que o Datafolha continue isolado dos outros institutos, recusando-se a registrar a ultrapassagem de Serra por Haddad que os concorrentes todos detectaram, se tiver ocorrido manipulação essa será a última do primeiro turno.

Explico: a próxima pesquisa Datafolha trará o resultado real de sua prospecção. Todo ano de eleição é assim: na pesquisa que antecede o pleito, ao contrário do que acontece durante a campanha, o instituto deverá tentar acertar o resultado das urnas. Sem manipulações.
 
Clique aqui e veja os registros e protocolos da pesquisa no Blog da Cidadania.



Fonte: com informações do Blog da Cidadania

Haddad - Ouvidoria da campanha



Fonte: dmptsp.org.br

Eleições 2012: Universitários recebem Haddad e Lula

Ex-presidente Lula e o candidato Fernando Haddad
falam aos estudantes. Foto: Paulo Pinto
Fernando Haddad e o ex-presidente Lula falaram de grandes programas criados pelo candidato quando era ministro da Educação, como o ProUni, o Fies e o Pronatec

Fernando Haddad e o ex-presidente Lula foram recebidos em uma grande plenária nesta quinta-feira (27) por estudantes universitários na Uninove Memorial, na Barra Funda, zona oeste da cidade. Lá, falaram dos projetos de Haddad para São Paulo e de grandes programas criados pelo candidato quando era ministro da Educação, como o ProUni, o Fies e o Pronatec.
 
Apresentado pelo presidente da UNE, Daniel Iliescu, e pela vice-presidenta da entidade, Clarissa Alves, o evento teve a participação de outros líderes estudantis e depoimentos de bolsistas do ProUni - programa criado por Haddad que colocou 1 milhão de jovens pobres na universidade. “Agora, a gente pode ir além, pode ser o que a gente quiser”, afirmou o bolsista James Hermínio.
 
Nádia Campeão, candidata a vice de Haddad, disse que é hora de os estudantes entrarem com força no debate eleitoral. “Usem o senso crítico típico da juventude nos debates desses últimos dias. Não é possível um candidato não ter plano de governo. Isso é desrespeito à população.”
 
Lula começou seu discurso rebatendo os ataques dos adversários. “Devemos nos orgulhar. No nosso governo, quem faz algo errado é julgado. No deles, era tudo engavetado. Na nossa casa, quando o filho é suspeito, nós investigamos, não culpamos o vizinho, como eles fizeram. E, se juntarmos todos os presidentes do Brasil, eles não criaram tantos instrumentos para combater a corrupção como nós criamos em oito anos.”
 
Lula também falou que Haddad é o melhor candidato para São Paulo porque “um prefeito precisa produzir humanidade, fraternidade, unir as pessoas”. E ressaltou o trabalho de Haddad no Ministério da Educação. “Ele tem a habilidade extraordinária de saber ouvir. E saiu o Prouni. Conseguimos usar o imposto que já não era pago pelas universidades privadas para transformar filha de pedreiro em médica.”
 
Haddad iniciou o discurso dizendo que sempre se sente professor, referindo-se à sua vida acadêmica na Universidade de São Paulo. “Era uma dor ver uma pessoa que quer estudar e não pode.”
 
O candidato do PT explicou a origem do ProUni, contando que foi sua mulher, Ana Estela, quem o estimulou a levar a ideia - nascida quando ele atuava na prefeitura de São Paulo - para o governo federal. Relatou também a luta para a aprovação do programa no Congresso e até no Judiciário. “Hoje, o ProUni está consolidado.”
 
“O que me deixa feliz com o ProUni não é só que o pobre entrou na universidade. É porque o negro entrou na universidade. Isso é o resgate de uma dívida histórica”, completou.
 
Haddad também falou de programas que implantará em São Paulo na área do ensino, como a educação de tempo integral - “Que não chegou a São Paulo, mas chegou a 32 mil escolas públicas do Brasil, pela mesquinhez da administração local” - e a construção da Universidade Federal da Zona Leste. “O presidente Lula fez um acordo com o prefeito Kassab há três anos para construir a Universidade. O prefeito não desapropriou (o terreno) até agora. Falta este elo para completar o anel unviersitário em torno de São Paulo.”
 
 

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

É amanhã (28/9) - Mário e Haddad participam de atividade unificada na divisa de Diadema e São Paulo


















 
Na sexta-feira, dia 28, às 14h, o prefeito e candidato à reeleição pelo PT de Diadema, Mário Reali, fará atividade conjunta com o candidato a prefeito pelo PT de São Paulo, Fernando Haddad.

A concentração da atividade será na Praça dos Emancipadores, o Redondão do Jardim Rosinha, em Diadema, e seguirá pelas ruas próximas à divisa com São Paulo.

Eleitos, Mário Reali e Fernando Haddad vão trabalhar em conjunto em prol dos moradores da divisa dos municípios.

CHÃO DAS CINCO
A partir das cinco da tarde, Mário fará atividade no Eldorado. O ponto de concentração será na avenida Frei Ambrósio.

Já o vice, Gilson Menezes, estará na rua Santa Cruz com a Vinte e Seis de abril, no Jardim Santa Rita.
 
 
Fonte: com informações de http://marioreali13.com/

Em nota, Haddad lamenta que adversários desistam de participar de debates

O candidato do PT a prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, expressa profunda preocupação com as seguidas recusas de seu adversário na disputa, Celso Russomanno (PRB), a comparecer a debates, oportunidades as quais a população de São Paulo poderia conhecer melhor os candidatos e comparar suas propostas.

O candidato do PRB demonstra reiterado desrespeito ao eleitorado com essa postura injustificada. Primeiro, sua desistência causou o cancelamento do debate Folha-UOL. Depois, deixou de comparecer ao debate organizado pela Arquidiocese de São Paulo. Agora, recusou convite ao debate organizado pela Rede Record (a data poderia ter sido modificada, em negociação com as demais campanhas, para acomodar sua agenda pessoal).

José Serra (PSDB), que também não confirmara presença no debate da Record, e Celso Russomanno, devem repensar suas decisões. O debate democrático é de suma importância para o eleitorado comparar projetos e metas para São Paulo. Neste caso específico, isso seria oportuno para ambas as candidaturas, já que os dois candidatos, a 11 dias das eleições, não apresentaram programas detalhados ou metas de governo para São Paulo.
 
Fonte: dmptsp.org.br

Com Haddad, Prefeitura apoiará comerciantes com Agência de São Paulo de Desenvolvimento

Na tarde desta quarta-feira, Fernando Haddad fez caminhada pela região de comércio de Santana (Zona Norte). No percurso, ele conversou com muitos comerciantes e ouviu diversas reclamações, principalmente em relação à falta de apoio da Prefeitura para a regularização de alvarás e multas.

O candidato do PT também falou sobre o resultado da pesquisa Ibope, divulgada ma noite de terça-feira. “Os números estão de acordo com nossos dados internos, que já apontavam crescimento.”

Sobre os casos de comerciantes com problemas com a legalização de seus negócios, Haddad reafirmou sua proposta de criação de uma agência de desenvolvimento na cidade de São Paulo

“Existem situações que as pessoas até perdem o lucro de um mês em uma multa, sobretudo por problemas jurídicos. Nós vamos criar a Agência São Paulo de Desenvolvimento, com 31 escritórios, um em cada subprefeitura, para dar apoio jurídico, de crédito e de formação profissional para os comerciantes”, comentou o candidato do PT à Prefeitura de São Paulo.

Sobre as linhas de crédito para os comerciantes, Haddad declarou que os empréstimos terão juros abaixo dos praticados no mercado.

Haddad ainda falou sobre a recuperação dos centros de bairro. O petista destacou como exemplo a revitalização da rua João Cachoeira, realizada na gestão do PT com Marta Suplicy. “Lá, nós arrumamos o bairro. Foram novas calçadas, nova iluminação e segurança com a Guarda Civil Metropolitana. Tudo foi reformulado para atender o comércio de bairro, que acaba estimulando, sem prejuízo ao shopping Center, uma cidade mais segura”, afirmou.
 
Fonte: dmptsp.org.br

Haddad: SP é muito importante para eleger prefeito sem plano de governo

Petista se reúne com especialistas e líderes comunitários desde janeiro para discutir plano de governo

O candidato do PT à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira (26), em campanha na zona norte da capital, que a cidade é muito importante para o Brasil e não deveria eleger um prefeito que não tenha plano de governo. “Não dá pra tratar São Paulo assim”, alfinetou, fazendo referência ao seu concorrente do PRB, Celso Russomanno, líder isolado nas pesquisas. “Estamos a dez dias da eleição e ele simplesmente não apresenta um plano de metas pra cidade.”
 
Ao cumprir agenda na Vila Prudente, ontem, Russomanno argumentou que ainda não divulgou seu plano de governo porque o documento não está pronto. Além disso, disse que não está obrigado por lei a elaborá-lo durante a campanha. “O desenvolvimento do país passa pelo desenvolvimento de São Paulo”, insistiu Haddad. “A região metropolitana tem mais de 10% da população brasileira e contribui com 20% do Produto Interno Bruto nacional. Como um candidato pode não oferecer uma plataforma pra cidade?”
 
O representante do PT afirmou que ninguém sabe quantos quilômetros de corredores de ônibus serão construídos se Russomanno vencer as eleições, nem quantos Centros de Educação Unificada (CEUs) serão instalados caso seu rival seja prefeito – apesar de o candidato do PRB ter defendido, ontem, a inauguração de 30 unidades, sendo quatro especialmente voltadas para a população idosa. “Eu convoquei 500 acadêmicos, técnicos, especialistas e lideranças comunitárias desde janeiro para discutir São Paulo”, lembrou Haddad. “Respeito à cidade é você preparar um plano de governo com muita antecedência.”
 
O petista também aproveitou para criticar uma proposta específica de seu adversário: a cobrança da tarifa de ônibus por quilômetro, que, para Haddad, é uma “injustiça muito grande” com os paulistanos que moram nos bairros mais distantes do centro. “Se você tem dinheiro pra subsidiar desconto na tarifa, você vai dar pra quem mora perto?”, questionou. “Não faz o menor sentido. Tem que dar pra quem não tem renda.”
 
Pesquisas
Depois de caminhar pelas ruas de Santana, onde conversou com comerciantes do bairro, Fernando Haddad comentou o resultado das últimas pesquisas de intenção de voto. Os números do Ibope, divulgados ontem, apontam ascensão do petista, que agora estaria ocupando o segundo lugar na preferência do eleitorado, com 18%. José Serra, do PSDB, aparece em terceiro, com 17%. Com 34%, Celso Russomanno segue intocável na dianteira. O Instituto Vox Populi trouxe dados semelhantes anteontem, indicando, porém, um empate entre Haddad e Serra.
 
“Cada dia vou sendo mais conhecido pelo eleitor”, interpreta o candidato do PT. “No começo, muito pouca gente me conhecia. Agora não. Nossa proposta está na rua, as pessoas estão vendo o horário eleitoral, e quem ainda não viu vai começar a ver porque estamos na reta final da campanha.” O petista analisa que seu partido costuma crescer nas pesquisas em dois momentos: no começo da campanha e conforme vai chegando o dia do pleito. E aposta na população da periferia, “que gasta quatro horas por dia dentro do ônibus”, para garantir uma vaga no segundo turno.
 
“Ainda tem muita gente indecisa. Temos de respeitar o momento do eleitor e não dar a disputa por encerrada”, argumentou, lançando mão de uma metáfora futebolística, ao estilo Lula, para responder por que ainda não conseguiu convencer os tradicionais 30% do eleitorado que costuma votar no PT em São Paulo. “Não vou aceitar que apitem o final do jogo aos 15 minutos do segundo tempo. Vamos esperar o dia 7 de outubro. Estamos num período decisivo para a campanha.”
 
Fernando Haddad deve realizar um comício no sábado (29), em bairro ainda não confirmado da zona leste da cidade. Para tanto, poderá contar com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que não compareceu em seus atos de campanha na zona norte devido à viagem que realizou ao México e ao apoio prestado aos candidatos do PT às prefeituras do ABC paulista. “Acho que ele vai participar no sábado. Lula é sempre importante.”
 
 
Fonte: Rede Brasil Atual

É hoje (27/9) - Encontro de Lula e Haddad com Estudantes Bolsistas do Prouni


O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo e o ex-presidente Lula participarão nessa quinta-feira (27), de um encontro com estudantes bolsistas beneficiados pelo ProUni (Programa Universidade para Todos).

Durante o encontro, os estudantes contarão seus depoimentos de luta pelo ingresso na universidade e a conquista através do programa.

Serviço:
Quando: Quinta – feira, 27 de setembro de 2012.
Horário: A parir das 19 horas
Onde: Uninove Memorial, na Av. Dr. Adolpho Pinto, 109, ao lado do Metrô Barra-Funda.
 
 
Fonte: dmptsp.org.br

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Secretaria de Cultura do PT/SP faz ato de apoio à campanha de Fernando Haddad

Organizado por setoriais de cultura do diretório municipal e movimentos culturais da cidade, o evento reuniu cerca de 50 pessoas, entre militantes e apoiadores culturais. Com bandeiras e panfletos, as pessoas fizeram sua manifestação em apoio à campanha de Haddad a prefeitura de São Paulo.

Um painel foi montado nas escadarias do Teatro Municipal para que as pessoas pudessem depositar ali a sua contribuição para a campanha de Haddad.

Ronaldo Lima, secretário do setorial de cultura do diretório municipal do PT São Paulo, afirma que Haddad vai reconhecer e tratar a cultura como direito social básico e implementar políticas culturais direcionadas ao desenvolvimento integral do cidadão paulistano. “Eu e minha equipe participamos das discussões junto com o candidato para elaborar o plano de governo. Foram várias reuniões em que apontamos todas as falhas na área de cultura realizadas pela atual administração municipal. O programa do Haddad é amplo e contempla as políticas culturais que estão fazendo falta na nossa cidade”, diz Roney.

Para Sandro Borelli, coreógrafo e bailarino, a prefeitura de São Paulo deixou a desejar em investimentos de cultura para a cidade. “Kassab não assinou a Rede de Pontos de Cultura. Precisamos de um prefeito que mude o atual panorama cultural de São Paulo. Confio no plano de governo de Haddad que abrange propostas desde a implantação da Rede Municipal de Pontos de Cultura até a ampliação de equipamentos culturais e atividades de formação, produção e difusão cultural, articulando os diferentes públicos e manifestações artísticas”, conclui Borelli.
 

Fonte: dmptsp.org.br

São Paulo tem de evitar a tragédia e o salto no escuro, diz Haddad

Candidato do PT à Prefeitura de São Paulo fez comícios na Brasilândia e no Jaçanã 
A zona Norte da cidade recebeu o candidato Fernando Haddad com muita festa no último sábado. No final da tarde, Haddad fez comício na Brasilândia. Depois, já no começo da noite, o candidato do PT falou a eleitores e militantes no Jaçanã.

Em seu discurso, Haddad destacou o panorama das eleições e afirmou que a cidade deve evitar “a tragédia e o salto no escuro”, se referindo às duas outras principais candidaturas. “Um representa a continuidade do que está aí e faz com que esse candidato seja recusado por metade da população da cidade. O outro não tem propostas e fala como se todos os problemas de São Paulo fossem simples. Se apresenta como o novo, mas não é”, disse o candidato do PT à Prefeitura de São Paulo.

Haddad ainda lembrou que tradicionalmente o PT não organiza discursos na zona Norte, mas dessa vez, foi diferente. “O sentimento da mudança está em toda a cidade. E nós vamos pintar a cidade de vermehlo, porque a cidade está maltratada em todos os bairros”, declarou.

Também participaram dos discursos os ministros José Eduardo Cardozo (Justiça) e Marta Suplicy (Cultura), o senador Eduardo Suplicy, além de deputados e vereadores do PT e a candidata à vice, Nádia Campeão (PCdoB).
 
Fonte: com informações de dmptsp.org.br

Em caminhada no Itaim Paulista, Haddad destaca projeto de corredor de ônibus na avenida Celso Garcia

Mobilidade é um dos grandes problemas dos moradores da Zona Leste, e candidato petista à Prefeitura também destacou proposta para geração de empregos na região 
O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, realizou na tarde desta terça-feira (25) uma caminhada no Itaim Paulista, bairro no extremo leste da capital. Acompanhado por um grande número de militantes, o ex-ministro da Educação visitou o comércio na região da rua Tibúrcio de Souza, ouviu lojistas e clientes. “Vamos entregar corredores de ônibus, retomando o projeto da prefeita Marta Suplicy”, afirmou, lembrando que o transporte é um dos maiores problemas enfrentados pela população que vive nesta região. “O Itaim Paulista é um bairro que vai merecer muita atenção, e temos que ter um corredor de ônibus que vai permitir deslocamento expresso daqui para o centro. O corredor da Celso Garcia vai operar como uma ligação direta.”

Haddad também apontou o projeto de estímulo à geração de empregos em regiões distantes do centro, e especificamente para a Zona Leste ressaltou a instalação de uma universidade federal – já autorizada pelo MEC e que não saiu do papel porque a gestão Serra/Kassab não estabeleceu parceria para m a doação de terreno para que esta unidade educacional fosse criada.

O candidato lembrou que a região da avenida Jacu-Pêssego receberá estímulos para instalação de empresas e também um polo de desenvolvimento, com o objetivo de oferecer ensino e vagas para trabalhadores da Zona Leste.

Reta final – O petista ressaltou estar confiante na reta final do primeiro turno, e em discurso para militantes, ao fim da caminhada, destacou a necessidade de comparação entre o projeto apresentado pela coligação Para Mudar e Renovar São Paulo e as outras candidaturas, que até o momento não divulgaram um plano de governo efetivo. “É preciso ter apoios políticos na cidade, apoio na Câmara de Vereadores. Tivemos situações na cidade em que isso não havia, e deu no que deu”, disse. “Além disso, é fundamental um plano de governo bem desenhado, discutido com a sociedade, como o que fizemos.”

Fonte: dmptsp.org.br