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| Foto: Tatiana Santiago/G1 |
O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad (PT), visitou na tarde desta terça-feira (18) bairros na região do Sapopemba, na Zona Leste de São Paulo. Ele prometeu criar uma subprefeitura na região, a 32ª da cidade.
Segundo o candidato petista, a subprefeitura localizada no bairro conhecido pelos altos índices de criminalidade teria foco em programas sociais, especialmente voltados para juventude, e em segurança pública.
Segundo o candidato petista, a subprefeitura localizada no bairro conhecido pelos altos índices de criminalidade teria foco em programas sociais, especialmente voltados para juventude, e em segurança pública.
"Esse bairro tem especificidades muito próprias e características próprias. Ele está associado à subprefeitura da Vila Prudente, mas é muito diferente. As demandas dos dois bairros são muito diferentes. Não há homogeneidade. Por isso, o desmembramento dos bairros é necessário", afirmou, durante caminhada no Jardim Elba.
Ele ressaltou que o subprefeito seria um líder da comunidade local e que o papel de zeladoria do órgão seria reforçado com a descentralização do poder das subprefeituras. Ele estima que uma nova subprefeitura custe R$ 30 milhões aos cofres públicos.
Outras propostas
Haddad também prometeu reformular a Guarda Civil Metropolitana (GCM) para que ela tenha função de polícia comunitária, mas não soube informar o aumento do efetivo necessário para realizar essa ação.
"Vamos fazer um mapeamento do crime em São Paulo, da violência em São Paulo e entrar forte nestes territórios mais perigosos, onde a juventude está sem oportunidade", disse Haddad. Ele mencionou o sistema utilizado no Rio de Janeiro no combate à violência como exemplo, mas falou que não seriam criadas UPPs como existe na capital fluminense.
Ele ressaltou que o subprefeito seria um líder da comunidade local e que o papel de zeladoria do órgão seria reforçado com a descentralização do poder das subprefeituras. Ele estima que uma nova subprefeitura custe R$ 30 milhões aos cofres públicos.
Outras propostas
Haddad também prometeu reformular a Guarda Civil Metropolitana (GCM) para que ela tenha função de polícia comunitária, mas não soube informar o aumento do efetivo necessário para realizar essa ação.
"Vamos fazer um mapeamento do crime em São Paulo, da violência em São Paulo e entrar forte nestes territórios mais perigosos, onde a juventude está sem oportunidade", disse Haddad. Ele mencionou o sistema utilizado no Rio de Janeiro no combate à violência como exemplo, mas falou que não seriam criadas UPPs como existe na capital fluminense.
De acordo com Haddad, o prefeito também deve ser o promotor da segurança e não deve apenas responsabilizar o governo estadual. E a GCM seria um elo entre a população, polícias civil e militar e o gabinete do prefeito.
Ataque
O petista voltou a criticar o candidato José Serra e disse que ele foi desrespeitoso com a presidente Dilma Rousseff ao dizer que ela vinha "meter o bico em São Paulo". "Como alguém que vai governar a maior cidade do país fala isso da presidente?", questionou.
Ele também disse não ter entendido o fato de Serra ter declarado ser o candidato da mudança. "Não consigo compreender o sentido disso, se ele está se distanciando do prefeito. Até o presente momento, ele disse que a gestão Kassab era boa e que pretendia dar continuidade", disse, e completou dizendo que o prefeito Gilberto Kassab deveria ser questionado se vai continuar apoiando Serra.
O petista voltou a criticar o candidato José Serra e disse que ele foi desrespeitoso com a presidente Dilma Rousseff ao dizer que ela vinha "meter o bico em São Paulo". "Como alguém que vai governar a maior cidade do país fala isso da presidente?", questionou.
Ele também disse não ter entendido o fato de Serra ter declarado ser o candidato da mudança. "Não consigo compreender o sentido disso, se ele está se distanciando do prefeito. Até o presente momento, ele disse que a gestão Kassab era boa e que pretendia dar continuidade", disse, e completou dizendo que o prefeito Gilberto Kassab deveria ser questionado se vai continuar apoiando Serra.
Sobre o comentário de Serra de que a presidente trataria o governo como entidade privada após oferecer vaga de ministra a Marta Suplicy, depois de ter entrado em sua campanha, Haddad disse que é justamente o inverso. "Ele que está tratando São Paulo como entidade privada. Porque, ao recusar o apoio federal, ele está pensando que o prefeito é o dono da cidade. Ele é o governante, é o líder, mas a pessoa que tem de estabelecer parcerias."
Fonte: G1

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