Ao lado de Marta Suplicy, candidato defendeu respeito à legislação diante de partidarização de templos
O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, participou no último sábado (8) de uma carreata na região de Parelheiros, zona sul de São Paulo. O trajeto incluiu bairros como Varginha e Vila Natal.
O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, participou no último sábado (8) de uma carreata na região de Parelheiros, zona sul de São Paulo. O trajeto incluiu bairros como Varginha e Vila Natal.
Ao final do evento, o petista discursou para centenas de moradores e apoiadores, para quem reafirmou seu compromisso de duplicar a Avenida Belmira Marin.
"Nós vamos duplicar a Belmira Marin, porque ninguém aguenta mais ficar duas horas pra chegar no terminal", afirmou. "Nós vamos melhorar muito o transporte público e o trânsito na região", disse.
Pelo segundo dia seguido, a senadora Marta Suplicy (PT) participou da atividade de campanha e pediu votos para o candidato.
"O Haddad vai fazer o Hospital de Parelheiros, e sabe por quê? Porque o PT faz", disse a ex-prefeita, que criticou a gestão Serra/Kassab. "Eles não têm marca nessa cidade. O que eles fizeram em oito anos? Nada", afirmou.
"O Haddad vai fazer o Hospital de Parelheiros, e sabe por quê? Porque o PT faz", disse a ex-prefeita, que criticou a gestão Serra/Kassab. "Eles não têm marca nessa cidade. O que eles fizeram em oito anos? Nada", afirmou.
Haddad prometeu ainda retomar a construção de creches e ampliar o número de crianças estudando em tempo integral na região. "Vamos começar a ampliar o ensino integral pelos bairros da periferia", disse.
Liberdade religiosa
Haddad também defendeu a liberdade religiosa no País , sem "oportunismo no uso de templos e espaços públicos". "Nós não podemos jogar fora uma conquista da democracia que é o Estado Laico", disse.
"A prefeitura, o governo do Estado e a Presidência da República tem que garantir a liberdade religiosa e a manifestação da fé", afirmou. "Isso tudo é constitucional. Mas é inconstitucional usar espaço público para a partidarização", finalizou.
Haddad também defendeu a liberdade religiosa no País , sem "oportunismo no uso de templos e espaços públicos". "Nós não podemos jogar fora uma conquista da democracia que é o Estado Laico", disse.
"A prefeitura, o governo do Estado e a Presidência da República tem que garantir a liberdade religiosa e a manifestação da fé", afirmou. "Isso tudo é constitucional. Mas é inconstitucional usar espaço público para a partidarização", finalizou.
Fonte: dmptsp.org.br

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