Candidato do PT reforçou apelo para que adversários não misturem política com religião
O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, fez um apelo aos adversários para que não misturem política e religião durante a disputa eleitoral.
O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, fez um apelo aos adversários para que não misturem política e religião durante a disputa eleitoral.
"Nossa postura é a mais respeitosa e correta em relação à legislação brasileira", disse o candidato. "A legislação impede a instrumentalização das igrejas, defende o combate a qualquer forma de discriminação e intolerância, e para isso o Estado tem que ser laico", defendeu.
"O Estado tem que ser de todos, não pode ser particular de uma ou outra religião ou seita. Eu tenho adotado uma postura muito firme de combate à intolerância religiosa", afirmou.
Jardim Pantanal
Ao lado da ex-prefeita Marta Suplicy, Haddad participou neste sábado (15) de uma carreata na região de São Miguel Paulista, zona leste da capital paulista. O trajeto incluiu bairros como Jardim Romano, Itaim Paulista e Jardim Pantanal - este último atingido com frequência por enchentes durante as chuvas de verão.
Ao lado da ex-prefeita Marta Suplicy, Haddad participou neste sábado (15) de uma carreata na região de São Miguel Paulista, zona leste da capital paulista. O trajeto incluiu bairros como Jardim Romano, Itaim Paulista e Jardim Pantanal - este último atingido com frequência por enchentes durante as chuvas de verão.
"Essa população ficou 60 dias debaixo da água porque o Serra ficou quatro anos sem limpar o rio. E quem disse isso não foi o PT, foi o próprio governador Geraldo Alckmin", disse o candidato, que criticou o tratamento dado pela gestão Serra-Kassab às vítimas dos alagamentos na região.
"Com R$ 300 não se acha nenhum cômodo na cidade de São Paulo", criticou, em referência ao valor da bolsa-aluguel concedida pela prefeitura. "Essa área vai receber atenção especial no combate a enchentes", disse.
Discursando para a população local, o candidato ainda falou a sobre os incêndios que vem atingindo diversas favelas da cidade nos últimos meses. "São 32 incêndios (em favelas) só nesse ano. Eles pararam com um programa nosso, da gestão da Marta, de prevenção de incêndio em favelas - tem favela que não tem um extintor, uma mangueira", afirmou. "Tanto os incêndios quanto as enchentes são descaso da prefeitura", finalizou.
Fonte: com informações de dmptsp.org.br
Fonte: com informações de dmptsp.org.br
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