quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Campinas - Marcio faz campanha para trabalhadores


Foto: Valéria Abras
Marcio Pochmann, candidato do Partido dos Trabalhadores a prefeito de Campinas, dedicou a agenda de campanha de quarta-feira (12/9) aos trabalhadores. Começou bem cedo, às 6h30, com uma reunião com operários da construção civil, na Vila Cosmos, região do Satélite Íris, e contou com Ato de Apoio de Sindicalistas ao candidato, no Centro da cidade. Ao final do ato, Marcio assinou carta compromisso proposta pela CUT (Central Única dos Trabalhadores).

A CUT é a maior central sindical do País e reúne, somente em Campinas, aproximadamente dezoito sindicatos que representam pelo menos oitenta mil trabalhadores, segundo informação da subsede da CUT em Campinas. Além de dirigentes da CUT estadual e nacional, sindicalistas da cidade participaram do ato de apoio ao candidato petista à Prefeitura de Campinas, representando variadas categorias, como, por exemplo, dos pesquisadores (SinTPq), Eletricitários, Petroleiros, Trabalhadores Domésticos, do Transporte, da Construção Civil e Professores (Apeoesp).

O Ato começou com passeata na rua 13 de Maio, em frente à Catedral, passando pela avenida Senador Saraiva até a Praça Felipe Selhi, ao lado do Terminal Central, com discurso de apoiadores e do candidato. Marcio assinou carta de compromisso proposta pela CUT, na qual se compromete a adotar políticas públicas que contribuem para melhorar as condições de trabalho e a qualidade de vida dos trabalhadores.

“Estamos aqui, hoje, não apenas como candidatos pedindo voto, mas principalmente como representantes da classe, que participam das lutas cotidianas dos trabalhadores”, disse Marcio ao finalizar o discurso. O candidato encerrou o dia com panfletagem na entrada do Terminal Central, entre 18h e 19h.

Por que é bom para o trabalhador votar em Marcio?
Alguns sindicalistas que participaram do Ato responderam à pergunta: Por que é bom para o trabalhador de Campinas votar em Marcio Pochmann para prefeito? Confira, a seguir, algumas respostas:

“Marcio tem identidade com os trabalhadores, estuda e conhece suas necessidades e, principalmente, sabe como gerar emprego de qualidade, que é o que buscamos”- Adi dos Santos, presidente da CUT São Paulo.

“Precisamos de prefeitos comprometidos com a classe dos trabalhadores e Marcio já comprovou isso, com ações práticas para o desenvolvimento do país, a distribuição de renda e a inclusão social”- Artur Henrique da Silva Santos, ex-presidente e atual secretário de Relações Internacionais da CUT Brasil.

“Marcio é comprometido com os trabalhadores e é do PT, que tem em seu estatuto os trabalhadores como prioridade”- Osvaldo Francelino Miguel, o Osvaldinho, diretor da regional Campinas do Sindicato dos Petroleiros.

“Acreditamos que Marcio atuará em defesa dos professores da rede pública estadual, que carecem de valorização e respeito do governo do estado. Como prefeito, ele poderá fazer parcerias para melhorar as condições das escolas, para professores e alunos”- José Pereira da Silva, diretor da subsede da Apeoesp em Campinas.

Trabalhadores da construção civil
Logo às 6h30, ao lado do ex-presidente nacional da CUT, Artur Henrique, Marcio discursou para centenas de trabalhadores, em cima de um carro de som, na Vila Cosmos, e apresentou suas propostas para governar Campinas. “Assim como foi fundamental eleger o Lula presidente da República. É fundamental eleger um prefeito que olhe para classe trabalhadora, que tenha compromisso com a classe trabalhadora”, disse Artur.

“É por isso que a gente está colocando aqui a nossa cara para dizer, nas próximas eleições, vote em Marcio, vote 13, que é para gente ter aqui na cidade alguém que também olhe para as questões da classe trabalhadora, para as questões que nós precisamos melhorar na cidade, de saúde, de educação”, afirmou o sindicalista. Marcio lembrou que o Brasil de Lula e Dilma passou por uma grande mudança.

“Quando eu era estudante ainda ouvi as palavras do presidente Lula, então dirigente sindical, que chamava atenção que o Brasil dos anos 80, era um Brasil em que os trabalhadores não participavam do consumo, participavam tão somente da produção. Eram os metalúrgicos que construíam os automóveis do país e não tinham condição de comprar os automóveis. Eram os trabalhadores da construção civil que construíam os prédios, as moradias, mas não tinham condição de morar ali. Moravam nas favelas, em lugares distantes. E hoje nós estamos vendo justamente um movimento diferente. Um movimento em que os trabalhadores produzem, mas também participam do consumo”, disse.

“E isto é feito pelo processo de distribuição da renda e é isto que vocês estão buscando em uma assembleia como esta, que é a ampliação dos direitos dos trabalhadores, seja pelas melhores condições de trabalho, seja pela elevação dos salários. E é com esta luta que nós vamos fazer um Brasil melhor”, completou.

O candidato, que falou sobre suas propostas de saúde, educação, moradia e transporte, visando a melhora da qualidade de vida dos trabalhadores, enfatizou que em Campinas diferente do Brasil, a miséria vem aumentando.

“Queremos Campinas no ritmo do Brasil, no sentido do Brasil. E para isso, companheiro, é necessária uma mudança democrática, uma mudança pelo voto. É nesta hora, nas eleições, em que rico, pobre, branco, negro, homem, mulher, idoso, jovem têm o mesmo peso. É o peso do voto. E nós somos maioria, e esta maioria tem que fazer valer os nossos interesses na eleição”, concluiu Marcio.
 
 


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