Candidato do PT antecipa meta do programa de Governo, a ser anunciado na segunda-feira, para a habitação
Fernando Haddad aponta a habitação, ao lado do transporte, como um problema agudo da capital. Para melhorar as condições de moradia na cidade, o candidato do PT à Prefeitura de São Paulo colocou metas ambiciosas em seu programa de Governo. Em quatro anos, a Prefeitura, sob o comando de Haddad, vai entregar 55 mil unidades habitacionais.
Fernando Haddad aponta a habitação, ao lado do transporte, como um problema agudo da capital. Para melhorar as condições de moradia na cidade, o candidato do PT à Prefeitura de São Paulo colocou metas ambiciosas em seu programa de Governo. Em quatro anos, a Prefeitura, sob o comando de Haddad, vai entregar 55 mil unidades habitacionais.
“É o dobro do que a gestão que mais construiu unidades já fez e o triplo do que a atual gestão fez em oito anos”, disse Haddad em comício na praça da República, onde participou de ato político promovido pelo candidato a vereador Manoel Del Rio.
Além das 55 mil moradias, 75 mil famílias serão beneficiadas pelo programa de urbanização de favelas e outras 200 mil com regularização fundiária.
Grande parte das moradias será construída no centro da cidade. “Morar no Centro é uma bênção. A região tem infraestrutura e emprego. O cidadão vai poder ter qualidade de vida morando aqui”, afirmou o candidato do PT.
Para atingir esta meta, uma das estratégias é explorar comercialmente o subsolo, o térreo e a sobreloja dos edifícios. "É isso que vai financiar a desapropriação do terreno. Não haverá necessidade em grandes investimentos”, comentou Haddad.
Comitê Mulheres com Haddad
Na última terça-feira (7), completaram-se 6 anos de sanção da Lei Maria da Penha. Para celebrar a vigência deste importante mecanismo no combate à violência contra a mulher, o Comitê Mulheres Com Haddad realizou nesta sexta-feira (10) um ato na região de Santo Amaro, zona sul de São Paulo.
Com a participação de Nádia Campeão (PCdoB), vice na chapa de Haddad, e de Ana Estela, mulher do candidato, centenas de apoiadores da candidatura petista falaram da importância da lei e criticaram a omissão das autoridades municipais diante do problema.
"O que se tem observado é o aumento da notificação de casos de violência contra a mulher”, disse Ana Estela. “Mais do que isso, é muito importante que nós ampliemos os espaços de acolhimento para as mulheres que sofrem violência, e isso não está acontecendo em São Paulo", afirmou.
“É preciso fazer um trabalho de base para ir criando um pensamento de que homens e mulheres têm direitos iguais, no sentido de combater essa cultura do machismo”, disse Nádia Campeão. “A prefeitura pode ser muito ativa para apoiar a mulher na luta contra a violência”, complementou.
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