segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Líder do PT comenta pautas prioritárias da Câmara neste segundo semestre


Deputado Jilmar Tatto (PT-SP), líder na Cãmara (Foto: Arquivo/PT)



Jilmar Tatto (PT-SP) afirma que convocará bancada para votar, independente do processo eleitoral nos municípios, mas defende que se evite temas polêmicos neste período.

Em entrevista coletiva nesta quinta-feira (2), o líder da Bancada do PT na Câmara, Jilmar Tatto (PT-SP), declarou que o adiamento da reunião do colégio de líderes ocorreu por falta de entendimento devido a problemas operacionais.

“Se teve acordo tem que ser cumprindo o acordo, e vamos verificar até onde foi e às vezes a oposição fala mas não a assiste razão ao que a oposição fala, ou seja, então não é problema de Tatto, mas é um problema de entendimento. Nós vamos chegar ao entendimento,pois tem a medida provisória 565 que vence dia 5 de setembro, e nós temos prazo, e ela esta em validade. Portanto, vamos aguardar, pois se não deu para votar esta semana votamos semana que vem”.

Indagado se o processo de julgamento da Ação Penal 470, apelidada como “mensalão”, poderia atrapalhar as atividades do Congresso Nacional, Tatto respondeu:

“Uma coisa não tem nada a ver com a outra, pois o ritmo da Câmara e do Senado, esse ritmo digamos mais morno, tem mais a ver com o processo eleitoral porque historicamente quando você tem eleições, tanto municipal como eleição também para os deputados, isso sempre acontece e não vai ser diferente. E há uma preocupação e uma insistência do presidente Marco Maia para que se tenha a anuência dos lideres partidários para manter os trabalhos da Casa, e chamar toda a semana para não ter a historia de esforço concentrado e ele está irredutível quanto a isso, e nós vamos cumprir, e da minha parte quanto à Bancada eu vou convocar todos para vir aqui e fazer o nosso trabalho independente do processo eleitoral nos municípios, e é isso que vai acontecer”.

Na opinião do líder petista evitar temas polêmicos seria a melhor iniciativa quanto às pautas prioritárias a serem votadas no plenário da Casa neste segundo semestre, que antecede o processo de campanha eleitoral.

“Eu acho que todos os poderes deveriam seguir esse exemplo porque às vezes você tem um projeto polêmico que acaba contaminando, digamos, em função da disputa política partidária. E eu vou dar exemplo com o projeto dos royalties, pois eu acho que não tem necessidade de votarmos isso antes das eleições. Então nestes dois meses precisamos aguardar, e eu sei que tem urgência e que tem que ser votado, e eu acho importante até para se fazer novos leilões. Mas eu acredito que se nós votarmos nesse dois meses,digamos seis semanas, os projetos que tem a haver com as Medidas Provisórias ou projetos que são consensos, então é mais prudente”, afirmou Tatto.



 

Fonte: Portal do PT

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