Petista esteve em cooperativa de reciclagem na baixada do Glicério, região Central da cidade; índice de reaproveitamento hoje na Capital é de apenas 1% do volume de lixo gerado
O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, visitou na manhã desta quinta-feira (9) a Cooperglicério, cooperativa de trabalhadores de coleta seletiva localizada sob o viaduto do Glicério, na região central da cidade. Haddad ouviu demandas dos catadores e recebeu uma carta com reivindicações para o setor. Ele propôs como meta na administração do município, ampliar de 1% para 10% o índice de reciclagem do lixo gerado na capital. “Nossa campanha está em contato com os trabalhadores e com as empresas, e sabemos que esse percentual pode ser ampliado. Estamos assumindo esse índice como meta”, afirmou o ex-ministro da Educação.
Haddad conversou com trabalhadores da cooperativa Cooperglicério e outras organizações autônomas de reciclagem, localizadas nas regiões Centro, Sul e Leste da cidade. Na carta entregue ao candidato, os movimentos destacaram a existência de 20 mil trabalhadores distribuídos em 94 cooperativas distribuídas pela cidade. Haddad destacou que a Prefeitura deixou de investir na coleta seletiva embora tivesse disponíveis recursos do governo federal, via PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Hoje, a cidade dispõe de vinte centrais de triagem de resíduos, que poderiam ser ampliados para trinta com os recursos do governo Dilma.
“Essa forma de fazer política da gestão Serra/Kassab, sem parcerias, prejudica muito a cidade, em diferentes aspectos, como no caso da coleta seletiva, que gera renda e preservação ambiental”, disse o candidato do PT.
Dagmar Farias de Carvalho integra uma cooperativa de trabalhadores em Cidade Ademar, na Zona Sul de São Paulo. O movimento possui CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas), mas não funciona porque a Prefeitura não dá andamento à tramitação para a instalação física em um terreno já disponível, segundo afirmou a trabalhadora. “Entramos com os documentos na subprefeitura já há três anos”, afirmou.
A trabalhadora apontou que sem a organização em cooperativa no bairro onde vivem, os catadores deslocam-se a centros de triagem localizados em outras regiões. Enquanto não levam os resíduos até a triagem, muitos guardam grandes volumes de material para reciclagem em suas casas. A organização em cooperativa permite ganho médio de R$ 1,40 por quilo de material reciclado, afirma Dagmar, ante apenas R$ 0,30 obtidos com a venda do material coletado para ferros-velhos.
O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, visitou na manhã desta quinta-feira (9) a Cooperglicério, cooperativa de trabalhadores de coleta seletiva localizada sob o viaduto do Glicério, na região central da cidade. Haddad ouviu demandas dos catadores e recebeu uma carta com reivindicações para o setor. Ele propôs como meta na administração do município, ampliar de 1% para 10% o índice de reciclagem do lixo gerado na capital. “Nossa campanha está em contato com os trabalhadores e com as empresas, e sabemos que esse percentual pode ser ampliado. Estamos assumindo esse índice como meta”, afirmou o ex-ministro da Educação.
Haddad conversou com trabalhadores da cooperativa Cooperglicério e outras organizações autônomas de reciclagem, localizadas nas regiões Centro, Sul e Leste da cidade. Na carta entregue ao candidato, os movimentos destacaram a existência de 20 mil trabalhadores distribuídos em 94 cooperativas distribuídas pela cidade. Haddad destacou que a Prefeitura deixou de investir na coleta seletiva embora tivesse disponíveis recursos do governo federal, via PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Hoje, a cidade dispõe de vinte centrais de triagem de resíduos, que poderiam ser ampliados para trinta com os recursos do governo Dilma.
“Essa forma de fazer política da gestão Serra/Kassab, sem parcerias, prejudica muito a cidade, em diferentes aspectos, como no caso da coleta seletiva, que gera renda e preservação ambiental”, disse o candidato do PT.
Dagmar Farias de Carvalho integra uma cooperativa de trabalhadores em Cidade Ademar, na Zona Sul de São Paulo. O movimento possui CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas), mas não funciona porque a Prefeitura não dá andamento à tramitação para a instalação física em um terreno já disponível, segundo afirmou a trabalhadora. “Entramos com os documentos na subprefeitura já há três anos”, afirmou.
A trabalhadora apontou que sem a organização em cooperativa no bairro onde vivem, os catadores deslocam-se a centros de triagem localizados em outras regiões. Enquanto não levam os resíduos até a triagem, muitos guardam grandes volumes de material para reciclagem em suas casas. A organização em cooperativa permite ganho médio de R$ 1,40 por quilo de material reciclado, afirma Dagmar, ante apenas R$ 0,30 obtidos com a venda do material coletado para ferros-velhos.
Fonte: dmptsp.ogr.br
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