As 12 arenas da Copa do Mundo da Federação Internacional de Futebol Associado (Fifa) Brasil 2014 terão certificação ambiental. O modelo foi voluntariamente adotado pelo País e será usado pela entidade internacional do futebol como critério para a construção dos estádios dos mundiais de 2018, na Rússia e 2022, no Catar.
As informações foram reforçadas na terça-feira (19), na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, pela Fifa e pelo Comitê Organizador Local (COL) - que detalharam sua estratégia para a realização do megaevento esportivo de forma sustentável.
O secretário-executivo do Ministério do Esporte, Luis Fernandes, explicou que uma das exigências do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para conceder o financiamento de até R$ 400 milhões por arena foi que elas buscassem certificação ambiental. O aproveitamento da água para abastecer reservatórios e irrigar gramados, a reutilização do entulho de demolição em outros empreendimentos, e maior eficiência energética são algumas das ações adotadas nas 12 cidades-sede.
"A dimensão da sustentabilidade foi incorporada explicitamente como condição para concessão dos empréstimos pelo BNDES. Foi uma iniciativa tomada pelo governo brasileiro e pela direção do banco, o que nos permitiu incorporar dimensões muito mais amplas de sustentabilidade no projeto e na execução das obras dos estádios", afirmou Luis Fernandes.
De acordo com o diretor de Responsabilidade Social Corporativa da Fifa, Frederico Addiechi, a Copa 2014 será lembrada não só como um fantástico torneio de futebol, mas pelo seu legado ambiental e social duradouro, o que exige a participação de todas as partes envolvidas, desde o torcedor até as construtoras. “Como país-sede e líder global no desenvolvimento sustentável, o Brasil e seu governo estão sendo importantes para a federação e para o COL na modelagem dessa estratégia de sustentabilidade", disse o diretor.
Certificação obrigatória
Na Rússia e no Catar os compromissos sociais e ambientais já foram elementos obrigatórios do processo de candidatura. Ainda como resultado das iniciativas voluntárias nos estádios do mundial brasileiro, a certificação ambiental será obrigatória na construção de todas as arenas das próximas duas copas.
As informações foram reforçadas na terça-feira (19), na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, pela Fifa e pelo Comitê Organizador Local (COL) - que detalharam sua estratégia para a realização do megaevento esportivo de forma sustentável.
O secretário-executivo do Ministério do Esporte, Luis Fernandes, explicou que uma das exigências do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para conceder o financiamento de até R$ 400 milhões por arena foi que elas buscassem certificação ambiental. O aproveitamento da água para abastecer reservatórios e irrigar gramados, a reutilização do entulho de demolição em outros empreendimentos, e maior eficiência energética são algumas das ações adotadas nas 12 cidades-sede.
"A dimensão da sustentabilidade foi incorporada explicitamente como condição para concessão dos empréstimos pelo BNDES. Foi uma iniciativa tomada pelo governo brasileiro e pela direção do banco, o que nos permitiu incorporar dimensões muito mais amplas de sustentabilidade no projeto e na execução das obras dos estádios", afirmou Luis Fernandes.
De acordo com o diretor de Responsabilidade Social Corporativa da Fifa, Frederico Addiechi, a Copa 2014 será lembrada não só como um fantástico torneio de futebol, mas pelo seu legado ambiental e social duradouro, o que exige a participação de todas as partes envolvidas, desde o torcedor até as construtoras. “Como país-sede e líder global no desenvolvimento sustentável, o Brasil e seu governo estão sendo importantes para a federação e para o COL na modelagem dessa estratégia de sustentabilidade", disse o diretor.
Certificação obrigatória
Na Rússia e no Catar os compromissos sociais e ambientais já foram elementos obrigatórios do processo de candidatura. Ainda como resultado das iniciativas voluntárias nos estádios do mundial brasileiro, a certificação ambiental será obrigatória na construção de todas as arenas das próximas duas copas.
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